segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os distúrbios do assoalho pélvico mostram-se presentes na prática clínica uroginecológica, gastroenterológica, coloproctológica, neurológica e fisioterapêutica, levando na maioria das vezes à piora significativa da qualidade de vida. Para se obterem melhores resultados, faz-se necessário, cada vez mais estudos por profissionais especializados atuando em conjunto com o mesmo objetivo comum, entendimento da fisiopatologia e melhora da sintomatologia.
(Cruz et al, 2007)

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